PAN CINEMA PERMANENTE

BARRA-DOCUMENTÁRIO

Compondo a programação de um domingo qualquer, fui ver o último documentário dirigido por Carlos Nader, “Pan Cinema Permanente”, um registro da história de vida e poesia do baiano, Waly Salomão. 

Waly nasceu em Jequié, interior do estado. É filho de pai sírio e formado em direito – apesar de nunca ter exercido a profissão. Após a faculdade se mandou para o Rio de Janeiro – sempre o Rio de Janeiro – e tropeçou em trancos e em barrancos para se afirmar como um poeta.

O que mais me chamou atenção foi a coragem do artista de viver sua vida segundo as próprias regras. Vivendo personagens de si mesmo, a vida pra ele era uma ficção permanente. Ele era capaz de se reiventar e de se comportar como quisesse. Caetano Veloso o classificou como “excessivo”, mas não sem confessar a imensa saudade do amigo perdido – que faleceu em 2003. 

O documentário é uma colcha de retalhos construída a partir de imagens captadas pelo diretor durante a longa convivência com o poeta. O jogo de imagens provoca um efeito caleidoscópico que se envolve na exibição dos poemas de Waly. 

Também postado em: Blog da Tribo

NOTA-3.5

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Um pensamento sobre “PAN CINEMA PERMANENTE

  1. Pingback: EM CARTAZ: Wally « Notas e Confissões de um Bom Camarada

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